Monthly Archives: March 2018

Residência no Alphaville Recife – PE

  • Potência da Usina: 3kw
  • Economia Média Mensal: R$ 350,00
  • Economia Média Anual: R$ 4.200,00
  • Tempo Retorno Investimento: 4,2 anos

Residência em Paulista – PE

  • Potência da Usina: 1,76kw
  • Economia Média Mensal: R$ 240,00
  • Economia Média Anual: R$ 2.880,00 
  • Tempo Retorno Investimento: 3,9 anos

Residência no Alphaville Brennand – PE

  • Potência da Usina: 5,76kw
  • Economia Média Mensal: R$ 660,00
  • Economia Média Anual: R$ 7.920,00 
  • Tempo Retorno Investimento: 3,9  anos

Padaria em Inajá – PE

  • Potência da Usina: 10 kw
  • Economia Média Mensal: R $ 1.500,00
  • Economia Média Anual: R $ 18.000,00 
  • Tempo Retorno Investimento: 3,6 anos

Empresa local monta usinas para concorrer com a Celpe e levar energia solar para consumidor final

No Estado, já há a força natural do sol do Nordeste.
Agora começam a aparecer empreendedores no setor, enxergando o potencial da nova cadeia produtiva.
Nesta sexta-feira, no Recife, a empresa pernambucana Blue Sun Brasil, que atua no setor fotovoltaíco do Nordeste, anunciou a criação do Programa Bandeira Azul, que vai comercializar 100 MW até meados de 2018.
A empresa informa que está aproveitando as mudanças nas regras da geração distribuída no País, que permitem a compensação a partir da geração remota de energia.
A Blue Sun pretende já no primeiro trimestre de 2018 estar com três usinas em funcionamento.
Pelo projeto, as primeiras usinas serão implantadas nos municípios de Arcoverde, Gravatá e Floresta, localizadas no interior de Pernambuco.
Já as cidades de Itaíba e Santa Cruz receberão a segunda parte do projeto. Cada cidade deve receber, no mínimo, cinco usinas solares.
O investimento inicial será de R$ 200 milhões da Blue Sun, aplicado em infraestrutura, tecnologia e mão de obra, e R$ 400 milhões de fundos de financiamento e banco, para equipamentos.
O programa nasce conectado ao projeto PE Solar do Governo de Pernambuco com articulações internacionais do Programa Noronha Carbono Neutro da Secretaria de Meio Ambiente do Estado.
Blue Sun Brasil nasceu em Pernambuco e está no mercado há 17 anos e atua na área de Energia Fotovoltaica a 5. A empresa é voltada para energia sustentável e distribuição de produtos para o setor elétrico, com matriz no Bairro do Recife.
O CEO da Blue Sun Brasil, Leonardo Leão, diz que a ‘Bandeira Azul’ vai mudar a dinâmica da distribuição de energia de Pernambuco.
“O crescimento da capacidade instalada favorece vai além trazer acesso a energia limpa, vai favorecer a geração de empregos em toda a cadeia produtiva. Pelos cálculos do setor, para cada MW de energia solar fotovoltaíca instalados, são gerados de 20 a 30 postos de trabalho. E com o Bandeira Azul agora o consumidor final terá acesso a ter sua própria usina, sem pagar nada além do que já gasta com energia. Além disso, vai contribuir com o desenvolvimento sustentável do planeta, já que a energia solar é uma das mais limpas”, explica Leonardo Leão.
“É uma ação pioneira, desenvolvida para nosso Estado que vai impactar positivamente na vida de muitas pessoas. Queremos dar acessibilidade a energia limpa para o cidadão comum”. Mas ele afirma que o programa não ficará restrito a Pernambuco. “Já estamos em negociação em outras regiões. Vamos levar esse modelo de negócio para todo o País”, afirma Leão.

Como vai funcionar?
A partir de agora, consumidores pernambucanos têm a oportunidade de trocar o valor destinado à conta mensal de energia elétrica, pelo financiamento da própria usina, que tem capacidade para produzir a quantidade de kW (quilowatt) desejada por cada consumidor. A conta é simples.
A partir de R$ 2 mil, o cliente pode comprar uma cota e se tornar proprietário da sua usina solar sem o ônus da gestão do negócio.
O Bandeira Azul, tem como público-alvo o consumidor categoria A (indústrias) e B (residências, lojas, escolas) que pode adquirir o acordo de forma fácil e sem burocracias.
A estratégia de criar o Programa Bandeira Azul é potencializar o fornecimento de energia solar para um grande volume de consumidores de forma muito acessível e ganhar escala rapidamente. O valor pago mensalmente à companhia elétrica, agora, será destinado ao parcelamento da própria usina solar, que fornecerá a energia necessária para um mês, como já acontece normalmente. A diferença é que o consumidor, além de não ser atingido pelo aumento das taxas, que acontece todos os anos, estará produzindo uma energia limpa e sustentável, com capacidade de produção por mais de 40 anos.
O acordo proporciona grande economia do kW consumido, acarretando, também, numa diferença no valor que geralmente é pago na conta de energia mensalmente. Na assinatura do contrato, o cliente pagará uma adesão que já irá custear o projeto da usina no terreno arrendado, equivalente ao valor que será pago nas parcelas seguintes. As mensalidades, no entanto, devem começar a ser pagas apenas após o início do fornecimento da energia contratada.
Ao término do contrato, o cliente tem o direito de retirar sua usina do local de produção e instalar em local próprio dentro da área de concessão da companhia elétrica em questão. Escolhendo essa modalidade, ele pagará pelo custo de retirada, projeto e instalação. Outra opção é permanecer com a usina no local e pagar apenas a taxa administrativa, equivalente a 5% da energia produzida.
Números nacionais
Enquanto muitos setores da economia brasileira afundaram em meio à crise que atinge o País desde 2015, a energia solar só cresce e assume uma posição de destaque no cenário nacional. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaiva (Absolar), os números apontam um crescimento de 325% em relação a capacidade de produção. Em termos práticos, a expectativa é de que o Brasil atinja a capacidade instalada de 1000 megawatts.
Essa expectativa coloca o Brasil com potencial para estar entre os 30 principais geradores do mundo. Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Fotovoltaíca), se o crescimento continuar no mesmo ritmo, em 2030, o país estará entre os cinco primeiros geradores do mundo. Atualmente, estão contratados, por meio de leilões de energia, cerca de 3.300 MW, que serão entregues até 2018.


De consumidor a dono de uma usina de energia solar

Em tempos de bandeira amarela e vermelha na conta de luz, consumidores pernambucanos poderão aderir ao Programa Bandeira Azul e se tornar donos de usinas solares no Estado. À primeira vista, a ideia pode parecer mirabolante, mas a proposta é trocar a conta mensal de energia por um investimento. Podem aderir ao projeto consumidores residenciais, industriais, comerciais e de serviços que pagam conta com valor a partir de R$ 2 mil. A partir do próximo ano, a expectativa é reduzir esse teto inicial.

Lançado na última quinta-feira, o Programa Bandeira Azul é uma parceria da empresa pernambucana Blue Sun Brasil, em parceria com as secretarias estaduais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico. O projeto começa com investimento de R$ 600 milhões na instalação de 100 MW de energia solar nos municípios de Gravatá, Arcoverde e Floresta. Desse total, a Blue Sun vai aportar R$ 200 milhões em infraestrutura, tecnologia e mão de obra, enquanto R$ 400 milhões serão aplicados por bancos e fundos de investimentos para bancar os equipamentos. A meta é inaugurar 100 usinas fotovoltaicas até o fim de 2018.

O programa funciona assim: ao invés de pagar uma conta mensal de R$ 2 mil, por exemplo, o investidor vai pagar esse valor fixo, por um período de 10 anos, para se tornar dono da usina. Na assinatura do contrato, o cliente paga uma taxa de adesão equivalente ao preço de uma conta e só começa a arcar com as parcelas quando a usina entrar em operação. A energia solar gerada entra no sistema da Celpe e o consumidor tem um crédito para utilizar essa eletricidade em casa, no comércio, na indústria. Enquanto estiver pagando as parcelas, o cliente estará usufruindo da produção de energia. Passados os 10 anos, torna-se o dono da usina.

BENEFÍCIOS
“As vantagens do programa são muitas. A principal delas é não estar sujeito aos reajustes na conta de energia, que têm ficado entre 20% e 25% ao ano, porque o valor das mensalidades é fixo. Outro benefício é contribuir para a expansão das energias renováveis no País”, explica o CEO da Blue Sun, Leonardo Leão. O executivo afirma que o momento é propício ao lançamento do programa. “Temos um cenário de energia cara, queda nos preços dos painéis fotovoltaicos e disponibilidade de crédito”, completa.
Com 17 anos de mercado, a Blue Sun estreou no setor de energia solar há 5 anos. Naquela época, um painel fotovoltaico custava R$ 5 mil, enquanto hoje caiu para R$ 800. A empresa importa os painéis das maiores fabricantes do mundo, como a Jinko Solar (China), Trina Solar (Espanha) e Canadian (Canadá). O retorno do investimento também caiu de 25 para 6 anos.

Leão adianta que só na pré-venda já conseguiu comercializar 15 MW dos 100 MW iniciais. Nesse ritmo, a expectativa é contratar tudo até fevereiro de 2018. Depois dessa primeira fase, a instalação das usinas solares também vai chegar aos municípios de Santa Cruz do Capibaribe, Verdejante, Itaíba, Petrolina e Serra Talhada. “O projeto começou com a projeção de 10 MW, depois subiu para 100 MW e já está em 1 GW”, conta. O executivo também destaca a importância social do programa, garantindo que serão gerados 3 mil empregos no interior do Estado até 2018. “Vamos instalar as usinas em regiões de atividade econômica escassa. Vamos solarizar”, conclui.


Ilha da Inovação: soluções em eficiência energética e reutilização de água

Diversas empresas compartilharão o espaço, apresentando ao mercado seus projetos e inovadores
A busca pela eficiência energética e pela redução do consumo de água são desafios para as indústrias. Foi pensando em soluções para essas questões que a Fimmpe/Forind criou a Ilha da Inovação. O espaço contará com projetos que apresentarão as melhores soluções em eficiência energética e reutilização de água, assunto que é tema da 21ª edição da Fimmepe Mecânica Nordeste – Feira da Indústria Mecânica, Metalúrgica e de Material Elétrico de Pernambuco, que acontece de 20 a 23 de outubro, no Centro de Convenções de Pernambuco. Entre as novidades, estão equipamentos que purificam a água, permitindo sua reutilização, projetos para captação de energia solar e eólica, e até um equipamento que transforma ar em água.

Trabalhando com projetos de energia solar, a BLUESUN BRASIL e a PACI estão entre os expositores. “Estaremos com módulos fotovoltaicos, inversores On grid, módulo fotovoltaico flexível para se adaptar em qualquer superfície, como janelas, iluminação publica solar 3 em 1 (Solar+LED+Bateria), estruturas para fixação, carregador portátil solar, Lâmpadas de LED, e componentes fotovoltaicos”, diz Leonardo Esteves Leão, da Vagner Couto, da PACI, destaca que a empresa estará apresentando a cadeia produtiva dos seus serviços: projetos, assessoria e consultoria das instalações. “Vamos demonstrar todas as etapas, desde o projeto em planta até a instalação das usinas solares”, detalha.

A pernambucana INSOLE vai levar para o evento uma maquete referente a um estabelecimento comercial com placa fotovoltaica fixada no telhado. Também vai exibir um vídeo, com filmagem via drone, do processo de instalação da primeira padaria beneficiada com o Programa PE Solar, localizada na Rua Imperial, no Bairro de São José, O Programa PE Solar, do governo do Estado, está integrado à Ilha da Inovação. Ele visa estimular a micro e minigeração de energia solar por micro, pequenas e médias empresas pernambucanas. Para isso, foi criada uma linha de financiamento específica para instalação de painéis fotovoltaicos, além de estruturada uma rede de fornecedores

qualificados de produtos e serviços.“A feira vai ser uma oportunidade de mostrar alternativas para as indústrias. Economizar energia se tornou estratégico para qualquer empreendedor. Pensar em energia é um diferencial competitivo, está relacionado com custos, que podem baixar”, diz Pedro Nunes, da GlobalSun, outra empresa especializada em energia solar que participa do evento

Na Ilha da Inovação, estarão em exposição ainda equipamentos como o Wateair, apresentado pela empresa Ecopere Ambiental, que condensa o vapor da água existente no ambiente. Ele filtra, desinfecciona e adiciona sais minerais para que se torne própria para o consumo humano. A Ecopere estará expondo ainda uma máquina que realiza a descontaminação de lâmpadas fluorescentes de qualquer tamanho (tubulares ou compactas) e o Papa Cartão, uma tecnologia desenvolvida pela empresa RS de Paula (SP), que realiza a reciclagem de cartões de PVC (cartão de crédito, débito, carteira de estudante, plano de saúde, etc.).

Projetos e equipamentos que ajudam na redução do consumo de água também estarão em evidência. “As indústrias podem economizar até 85% da água que consomem. Isso é fundamental sob o aspecto econômico”, diz Abrão Rodrigues, da Saneacqua Ambiental, empresa que desenvolve projetos para tratamento de efluentes domésticos e industriais.

Outra novidade da Ilha da Inovação será a presença de empresas especialistas em eficiência energética, que vão passar orientações de como economizar energia. “A contratação de energia de forma errada pode levar a uma conta com valor até três vezes maior do que seria, se houvesse um acompanhamento adequado. A análise de um especialista detecta e propõe o perfil de consumo mais adequado para cada consumidor”, explica Vagner Couto, um dos consultores que estarão prestando o serviço.

De acordo com a diretora da Reed Exhibitions Alcantara Machado no Norte/Nordeste, Tatiana Menezes, o objetivo da Ilha da Inovação é mostrar que é possível fazer muito mais com menos investimento. “São muitas as oportunidades que podem surgir, uma vez que teremos, pela primeira vez, a presença das empresas que fornecem soluções em eficiência energética, em um mesmo ambiente, conversando diretamente com as empresas/indústrias”, destaca.